Olha a IsabeliFontana linda na Balmain! Mais em:

Lembra do “exército da Balmain“? Era assim que Olivier Rousteing se referia às musas da marca, e a roupa não deixava a desejar pro conceito: militarismo, safári, ou até mesmo estruturas que pareciam armaduras em formato ampulheta à prova de qualquer olhar invejoso. Bom, essa primavera-verão 2017 vem diferente em tudo. Primeiro: é a coleção pós-compra do grupo Mayhoola do Qatar, o mesmo que já tem a Valentino em seu portfólio. Ou seja, a responsabilidade agora é transformar a Balmain no novo case de sucesso deles – potencial em forma de imagem de moda forte a marca já tem!

Mas existe algo de novo na coleção em si, também. Reparou que o tecido escorrega no corpo? Que o jogo entre o justo e o amplo logo no look da 1ª entrada, de Natasha Poly, é sexy mas ao mesmo tempo também é mais real? E a típica cintura marcadérrima de Olivier aparece bem menos agora? Que o couro de cobra em Isabeli Fontana é um dos únicos momentos em que um look é totalmente estruturado, e mesmo assim sobra um bico de cada lado da saia que dá um movimento? O estilista traz de volta até o vazado com tule pra dar mais leveza. Transparência também segue como uma das novas armas da mulher da Balmain – olha a da Doutzen Kroes no look que fecha o desfile! Mas, dos anos 80, o que fica mais forte são as referências ao caftã e ao quimono – o transpassado e o solto. Suave – mas ainda com alta voltagem sensual.

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