17 fatos sobre viagens espaciais que vão deixar você de boca aberta

Os robôs praticamente já tomaram conta do Sistema Solar, e isso é ótimo.

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A gravidade é quase tão forte na órbita terrestre baixa – onde está a Estação Espacial Internacional e muitos outros satélites – quanto é na superfície da Terra. Mas todos os satélites estão se movendo tão rapidamente que eles conseguem acompanhar a curvatura da Terra. Se estivessem se movendo um pouco mais lentamente, eles entrariam em uma espiral interna e poderiam colidir; se estivessem se movendo mais rápido, entrariam em uma espiral externa e ficariam perdidos no Espaço.

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Há algumas equações complicadas relacionadas às viagens ao Espaço. Se você quer levar objetos à órbita, precisa fazê-los viajar a cerca de 10 km por segundo – e mais rápido se quiser sair da órbita. Para isso, é preciso ter muito combustível. Mas, para levar essa quantidade de combustível, é preciso mais combustível. E para levar esse combustível… bom, os números vão aumentando rapidamente. Cerca de 85% das 2.000 toneladas dos foguetes Saturn V usados nos lançamentos à Lua eram basicamente combustível.

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Naves espaciais aumentam com frequência suas velocidades ao voarem perto de um planeta. Mas isso rouba um pouco da energia do planeta, assim como faz com a nave. Quando a sonda espacial Voyager 1 voou sobre Júpiter, sua velocidade aumentou em 16.000 metros por segundo (m/s), enquanto a de Júpiter reduziu 0.00000000000000000001m/s.

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Quase todos os voos espaciais acontecem na órbita terrestre baixa, ou seja, a cerca de 1.000 km do chão. Os únicos humanos que saíram da órbita foram os 24 homens da missão Apolo à Lua, que terminou em 1972.

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E também estaria a 2,7 km de distância da Terra. A estrela mais próxima, chamada Proxima Centauri, estaria a mais de 70 mil km de distância. O Universo é bem grande.

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Essa selfie foi tirada pelo Curiosity, o último robô a chegar à superfície de Marte. Ele já encontrou coisas extraordinárias, como evidências de água corrente no planeta. O outro robô ativo é o Opportunity, que tem percorrido Marte há 12 anos.

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“Dia 1 de 90
– 89 dias pela frente!

Dia 88 de 90
– Dois dias até voltar para casa!

Dia 91 de 90
– ?

Dia 103 de 90
– Talvez eu não tenha feito um bom trabalho.

Dia 127 de 90
– Talvez se eu fizer um bom trabalho, eles me deixem voltar para casa.

Dia 857 de 90
– Pensei que tinha analisado aquela pedra direitinho. Tudo bem, vou tentar fazer melhor da próxima vez.

Dia 1328 de 90
– Tempestade de areia, a bateria acabando. Mas um bom robô continuaria em frente. Um bom robô como eles queriam.

Dia 1944 de 90
– Oh, não. Estou preso.
Eu fiz um bom trabalho? Eu posso voltar para casa? Pessoal?

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Veja aqui as fotos absurdas que ela tem mandado para nós. No ano que vem, ela colidirá com o planeta ao fim de sua missão.

After 5 years traveling to #Jupiter, @NASAJuno arrives today! This video shows a peek of its final approach: https://t.co/ysOKuGUWaQ

Há também uma sonda que aterrissou em um cometa, uma que está voando em volta de Mercúrio e outra em Vênus – basicamente, há um monte de robôs perambulando pelo Sistema Solar.

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Ela está transmitindo fotos em uma velocidade de dados de cerca de 2kb/s – o equivalente a um modem de internet discada do meio dos anos 80. Ela levará até o fim desse ano para mandar todas as imagens da órbita de Plutão para o centro de controle da missão.

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As missões Voyager foram lançadas em 1979, visando percorrer áreas fora do Sistema Solar.

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Isso “supondo que o jogador pudesse fazer alguns ajustes ilegais durante a trajetória da bola nesse campo de golfe gigante”, segundo a NASA.

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Isso acontece porque a Terra está se movendo ainda mais rápido – cerca de 30 mil km/s ou 107 mil km/h. Sinta o vento nos seus cabelos! (Não é possível, obviamente, porque a atmosfera da Terra está se movendo na mesma velocidade. Senão, você morreria quase que imediatamente.)

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Isso dá mais de 20 bilhões de km da Terra, mas significa que ela apenas acabou de atingir o Espaço Interestelar. Se você está se perguntando qual é a fronteira entre o “Sistema Solar” e o “Espaço Interestelar”, há mais informações aqui (em inglês).

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Não está.

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Como essa imagem linda da galáxia espiral M81, tirada pelo telescópio Hubble.

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No eixo vertical, o número de novos planetas. No eixo horizontal, o ano da descoberta.

Vinte anos atrás, não sabíamos se havia qualquer planeta fora do nosso próprio Sistema Solar. Agora, sabemos que há mais de 3 mil, a maioria descoberta pelo telescópio Kepler – que uma vez anunciou 715 novos planetas em um único dia, em 2014.

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Este post foi traduzido do inglês.

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